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Balança Comercial


Balança comercial
BALANÇA COMERCIAL BRASILEIRA
MÊS DE JULHO - 2º Semana - 2011 

    RESULTADOS GERAIS

   Nas duas primeiras semanas de julho de 2011, que totalizaram 6 dias úteis, a balança comercial registrou superávit de US$ 1,871 bilhão, resultado de exportações no valor de US$ 6,905 bilhões e importações de US$ 5,034 bilhões. No ano, as exportações somam US$ 125,208 bilhões, as importações, US$ 110,371 bilhões, com saldo positivo de US$ 14,837 bilhões.

 

    ANÁLISE DO MÊS

   Nas exportações, comparadas as médias até a 2ª semana de julho/2011 (US$ 1,151 bilhão) com a de julho/2010 (US$ 803,3 milhões), houve aumento de 43,3%, em razão do crescimento das exportações das três categorias de produtos: básicos (+56,9%, de US$ 361,6 milhões para US$ 567,4 milhões, por conta, principalmente, de minério de cobre, petróleo em bruto, minério de ferro, soja em grão, café em grão, carne de frango e suína e fumo em folhas), semimanufaturados (+45,0%, de US$ 116,8 milhões para US$ 169,4 milhões, por conta de semimanufaturados de ferro/aço, açúcar em bruto, celulose, ferro-fundido, couros e peles, óleo de soja em bruto, e alumínio em bruto) e manufaturados (+25,4%, de US$ 310,5 milhões para US$ 389,2 milhões, em razão dos crescimentos em óxidos e hidróxidos de alumínio, óleos combustíveis, laminados planos, polímeros plásticos, hidrocarbonetos, etanol, açúcar refinado, partes de motores para veículos e autopeças). Relativamente a junho/2011, a média diária das exportações cresceu 2,0% (de US$ 1,128 bilhão para US$ 1,151 bilhão), devido ao aumento nas vendas de produtos básicos (+8,8%, de US$ 521,4 milhões para US$ 567,4 milhões) e semimanufaturados (+7,8%, de US$ 157,1 milhões para US$ 169,4 milhões), enquanto decresceram as exportações de manufaturados (-9,1%, de US$ 428,0 milhões para US$ 389,2 milhões).

   Nas importações, a média diária até a 2ª semana de julho/2011, de US$ 839,0 milhões, ficou 13,0% acima da média de julho/2010 (US$ 742,2 milhões) e 8,5% inferior a junho/2011 (US$ 917,2 milhões). No comparativo com julho/2010, aumentaram os gastos, principalmente, com adubos e fertilizantes (+62,2%), plásticos e obras (+31,7%), borracha e obras (+30,9%), aparelhos eletroeletrônicos (+28,1%), farmacêuticos (+26,5%), veículos automóveis e partes (+18,3%), equipamentos mecânicos (+17,4%). Em relação a junho/2011, houve retração, principalmente, nos seguintes produtos: cobre e suas obras (-48,1%), combustíveis e lubrificantes (-42,4%), veículos automóveis e partes (-12,1%) e farmacêuticos (-11,2%).

 

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